segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Marketing esportivo: “boom” ou “bolha?

Crédito:Rafael Ribeiro
Mesmo com pouco investimento da iniciativa pública e privada, o Brasil sempre teve um enorme potencial no esporte. Por outro lado, a gestão esportiva nunca acompanhou o mesmo desempenho dos nossos atletas.  Nos últimos anos, entretanto, o jogo começou a virar. Cenário econômico favorável, recessão na Europa e nos Estados Unidos, além da escolha do País como sede da Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016 criaram um panorama ideal para evolução do marketing esportivo. Ainda assim, será preciso trabalhar e evoluir muito para surfar essa grande onda, antes que ela se transforme em apenas uma “marolinha” passageira.
Primeiro o boom...
Empresas sérias entraram em cena para ajudar o mercado brasileiro a desbravar esse campo. Uma delas, a Sport Target, consultoria pioneira em inteligência competitiva aplicada a indústria do esporte, criou um estudo completo sobre o boom do segmento e as tendências, oportunidades e desafios deste novo momento. Um dos apontamentos mais interessantes é o mapeamento da grande evolução de empresas atuantes em gestão e marketing esportivo. Entre 2006 e 2010, esse número saltou de 96 para 227, um crescimento de 130%. A Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos impactaram nos 26% e 22% de crescimento anual, respectivamente, em 2010 e 2011. Já em 2012 houve uma ligeira estabilização em 10%.
Entre as áreas que mais tem evoluído nos últimos anos, destaque para a ascensão das atividades de gestão e carreira. “A vinda dos megaeventos exige a maior profissionalização das entidades esportivas. Uma empresa pública ou privada irá privilegiar as modalidades olímpicas com maior desempenho esportivo e transparência em sua gestão. Como a estrutura organizacional é majoritariamente amadora nessas instituições, surge a oportunidade de equipes de profissionais qualificados prestarem serviços de consultoria para melhorar a performance esportiva e administrativa. Já a gestão de carreira, antes restrita a parte de negociação contratual, ganha novo sentido com maior demanda pelas marcas em se associarem a personalidades esportivas. Embora, em muitos casos, a atuação seja mais em âmbito de agenciamento de imagem para campanhas publicitárias e captação de patrocínio individual”, explicou Frederico Mandelli, diretor da Sport Target.


Agora o risco da bolha...
Em 2013 o ritmo de surgimento de agências já diminuiu. Para Frederico, este é um movimento natural, mas que precisa ser avaliado com cuidado. “A verdade é que já havia um crescimento sustentável na última década, mas Copa e Olimpíadas no País ajudaram a impulsionar a entrada de agências oportunistas, com baixo conhecimento do mercado. Comparado com outros países, o Brasil tem um grande potencial. No entanto, não será em cinco anos que vai tirar esse atraso.  Esperou-se também uma fartura com maior interesse das empresas no esporte brasileiro, porém houve uma inflação de valores, principalmente no futebol, além da baixa qualidade na apresentação e entrega de projetos. As empresas sabem o que desejam muito mais que as agências de marketing esportivo”, explicou Frederico.
Para o diretor Sport Target, o gargalho está na falta de geração de valor no “produto esporte”. Sem a reestruturação de modalidades como basquete, tênis, handebol, entre outros, dificilmente o País terá ídolos, ligas, marcas e público suficiente para desenvolver o mercado. “Não adianta ter um público de praticantes, mas não ter consumidores de notícias, produtos e ingressos nessas modalidades. Consequentemente a mídia não vai cobrir, o patrocinador não vai enxergar atratividade e fica tudo pontual, com ações e ativações apenas nos 6 meses antes que antecedem a Copa ou das Olimpíadas”, finaliza.


Essas são apenas algumas pinceladas e percepções de uma pesquisa completa que traçou um verdadeiro Raio-X do panorama brasileiro de marketing esportivo, segmento em plena ascensão, com inúmeras oportunidades, mas também com enormes desafios pela frente. Estudos como esse qualificam e profissionalizam o mercado e consequentemente abrem novos horizontes para atletas, clubes, consultores, agências e anunciantes.
Por Renato Rogenski 
Site Adnews

Ibope vai medir audiência de programa gravado e visto na web

O Ibope deve iniciar a aferição de audiência de programas gravados e vistos na internet no decorrer de 2014, conforme informa o site Notícias da TV.
De acordo com informações da reportagem assinada pelo jornalista Daniel Castro, a empresa deverá entregar dados Time Shifted Vewing (TSV), que significa programas previamente gravados pelo telespectador e assistidos após a veiculação original. Tal aferição é possível graças ao novo medidor do Ibope Media, o DIB 6, que reconhece automaticamente os programas por meio de um sistema inteligente de fingerprints.
Segundo Dora Câmara, diretora do Ibope Media, posteriormente, o mesmo DIB 6 permitirá a entrega de métricas de conteúdos transmitidos via internet e acessados por outros dispositivos, como o consumo de dados de streaming em computadores e tablets.
Com bem lembra Daniel Castro, os melhoramentos de serviços anunciados pelo Ibope surgem num momento em que o mercado aguarda a chegada do instituto alemão Gfk, considerado um concorrente de peso do tradicional medidor de audiência, que deve iniciar a entrega de resultados já em janeiro.
Site Adnews

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

CBN faz parceria com IBOPE Inteligência


O CONECTA, plataforma web do IBOPE Inteligência, e a CBN se uniram no projeto Pergunte ao Brasil, uma parceria inédita que vai possibilitar aos ouvintes da rádio serem os autores de cinco perguntas que serão feitas a milhares de brasileiros.
O Pergunte ao Brasil se inspirou no Ask the World (Pergunte ao Mundo), feito pela rede mundial de pesquisa de mercado Worldwide Independent Network of Market Research (WIN) com o programa britânico de rádio BBC Today: os ouvintes eram convidados a enviar perguntas que, depois de selecionadas, foram respondidas por dezenas de milhares de pessoas em mais de 70 países.
O CONECTA e a CBN criaram uma versão nacional dessa iniciativa. Através do e-mailpergunteaobrasil@cbn.com.br os ouvintes podem mandar suas sugestões de perguntas a serem feitas aos brasileiros. Há espaço para questões sobre qualquer assunto – tudo vai depender da imaginação dos participantes.
Um júri vai escolher as cinco melhores perguntas, que serão respondidas por 4 mil conectologistas – integrantes do CONECTAÍ, painel de pesquisas online do CONECTA, que reúne mais de 100 mil consumidores.
As perguntas deverão ser enviadas de 4 a 15 de novembro e os autores das cinco questões vencedoras serão conhecidos no dia 29 de novembro. A pesquisa será respondida pelos conectologistas no início de dezembro e os resultados serão divulgados com exclusividade pela CBN no dia 16 dezembro.
Para responder as perguntas vencedoras do Pergunte ao Brasil, é preciso se cadastrar noCONECTAí. É rápido e não custa nada. Integrantes do CONECTAí, além de participarem de outras pesquisas sobre diversos assuntos, acumulam pontos que podem ser trocados por prêmios e participam de sorteios.
Site Adnews

Gugu volta ao SBT em março de 2014, diz jornal


Parece que a volta de Gugu ao SBT é apenas questão de tempo. Desde junho fora da TV aberta, o apresentador, que deixou a Record no meio do ano, deve retornar à sua antiga emissora em março de 2014, conforme informa a colunista Keila Jimenez, da Folha de S. Paulo.
A última aparição de Gugu no SBT foi no Teleton deste ano, mas ele não dividiu o palco com Silvio Santos, como era esperado.
Foi na emissora do ex-patrão que Augusto Liberato teve seus anos de glória, com programas que marcaram época como Viva a Noite, Sabadão Sertanejo, Passa ou Repassa e Domingo Legal.
Via Folha de S. Paulo
Site Adnews

Guaraná Antarctica seleciona internauta para “Pânico na Band”

Em uma nova ação, o Guaraná Antarctica utilizará seu novo site (www.guaranaantarctica.com.br) e sua fanpage no Facebook para encontrar, entre seus fãs, uma pessoa  para fazer parte da equipe do programa Pânico na Band.
O processo seletivo “Estagiário em Pânico” terá duas fases: na primeira, os internautas deverão entrar no site do Guaraná e utilizar uma ferramenta para criar um mini currículo em GIF animado, com cinco fotos pessoais e legendas que ilustrem seus perfis. Em seguida, os participantes deverão compartilhar o GIF pedindo para que seus amigos indiquem, por meio de likes, seu mini currículo no Facebook. A indicação dos amigos no Facebook será um dos fatores levados em consideração nessa pré-seleção.
A partir daí, cinquenta candidatos serão pré-selecionados. Dentre os candidatos pré-selecionados, dez serão eleitos para serem avaliados pelos integrantes do Pânico na Band. Os cinco mais divertidos estarão classificados para participarem dos próximos testes, que serão realizados no programa.  Já na segunda fase, os cinco concorrentes serão colocados à prova em desafios propostos pelos apresentadores. Semanalmente, após cada tarefa, um participante será excluído do processo seletivo. Ao final de quatro semanas, o estagiário será conhecido, ao vivo, durante o Pânico na Band.
“O objetivo da nossa parceria com o Pânico é gerar conteúdo relevante para os fãs da marca e do programa. Por isso, é fundamental que a nossa participação contribua para deixar o Pânico ainda mais divertido. Com o Estagiário do Pânico – GA, estamos colocando no ar uma atração criada pela parceria entre a agência de publicidade DM9DDB e a emissora, que tem tudo para ser mais um quadro de sucesso do programa, repercutindo na internet e nas redes sociais”, analisa Marcelo Páscoa, diretor de Criação da DM9DDB, agência que criou e desenvolveu a ação em parceria com a Band, responsável pela produção.
Segundo Cléber Dantas, gerente de marketing de Guaraná Antarctica “A ação faz parte e evidencia o posicionamento da marca em sempre apoiar o talento da nova geração brasileira”. Para Cleber, o interessado na vaga deve ter como principais características bom humor, descontração e irreverência, atributos compartilhados por Guaraná Antarctica e pelos integrantes do Pânico na Band.
Site Adnews

Locutor cria paródia imperdível do "Rei do Camarote" na ESPN

Milton Neves, o mais polêmico jornalista esportivo do País, não cansa de repetir em seus programas a famosa frase do italiano Arrigo Sacchi: “o futebol é a coisa mais importante dentre as menos importantes”. A afirmação confere uma certa “leveza” a editoria de futebol, que nos últimos tempo tem sido menos “carrancuda” e se arriscado a misturar o entretenimento com informação, como faz Tiago Leifert, por exemplo, que mudou a cara do tradicional Globo Esporte.
O programa da ESPN, Sportcenter, comandado pelo locutor esportivo Paulo Soares, o “Amigão”, também é um dos programas do gênero que segue essa linha mais divertida e descontraída. Quem nunca viu os vídeos do locutor se esbaldando de rir ao lado do jornalista Antero Greco, com crises de risos que já entraram para a história da TV?
Ágil e antenado, ontem o programa pegou carona no meme “O Rei do Camarote” e criou a paródia “O Rei da Informação” onde destaca entre os “dez mandamentos” a Champions League, o status de Cristiano Ronaldo e celebridades do esporte que “agregam” valor ao programa.
Veja:

Site Adnews

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Receita da TV por assinatura cresce 23,8% no 2° trimestre de 2013


A Receita Operacional Bruta do setor TV por assinatura no Brasil, incluindo publicidade, foi de R$ 7,1 bilhões no segundo trimestre de 2013, um aumento de 23,8% em relação ao mesmo trimestre de 2012. Na comparação entre o primeiro e o segundo trimestres de 2013, o crescimento foi de 3,7%. Os números fazem parte do relatório de Resultados Setoriais divulgado pela ABTA em setembro.
O faturamento com publicidade no segundo trimestre de 2013 foi de R$ 378,4 milhões – uma evolução de 10,5% sobre o mesmo período de 2012 e de 55,4% em relação trimestre anterior.
A base de assinantes de TV cresceu 16,7% entre os segundos trimestres de 2012 e 2013, atingindo a marca de 17 milhões de domicílios atendidos. Já o aumento do primeiro para o segundo trimestre deste ano foi de 0,9%. 
O número de assinantes de internet banda larga chegou, ao final do segundo trimestre, a 6,5 milhões, o que representa um crescimento anual de 21,7% e trimestral de 6,6%.
O nível de emprego da força própria e terceirizada cresceu 1% no segundo trimestre do ano em relação ao primeiro e 2,3% na progressão anual, totalizando de 98.045 postos de trabalho.
O relatório de Resultados Setoriais da ABTA também ressalta a segunda edição de estudo da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) revelando que os preços por canal de TV por assinatura no Brasil (US$ 0,57) encontram-se abaixo da média mundial (US$ 0,65). Segundo a comparação entre 47 países pelo Índice Big Mac (preço do lanche em dólar), o pacote básico de TV paga custa US$ 23,25 no Brasil contra uma média de US$ 27,43 no mundo.
Site Adnews